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9 de setembro de 2010

QUERO UM...

CAPACETE POC TRABEC leva prêmio na Eurobike 2010!

Com dois anos no mercado de bicicletas e apresentando a terceira coleção na Eurobike, a POC, tradicional fabricante de capacetes e armaduras para ski e MTB, foi premiada com o novo capacete Trabec.  Voltado pra MTB e enduro, enfatiza o conforto, o ajuste, a leveza e a ventilação, juntamente com um elevado grau de proteção.
"O Trabec é um capacete leve e generosamente ventilado, inspirado nos ossos esponjosos e na construção do esqueleto, camada por camada, para um produto sólido e durável. A aramida não-laminada por dentro cria uma gaiola para evitar a destruição em caso de acidente. A cobertura e material absorvente é distribuído para otimizar a proteção da cabeça.  É gratificante ser reconhecido por um produto como este, cuja finalidade principal é evitar o conflito entre a proteção excelente e o baixo peso, juntamente com ventilação soberba, por uma nova abordagem sobre como projetar e construir, a nova geração de capacetes" - diz Stefan Yterborn, CEO e fundador da POC.
Mais fotos? AQUI,  e AQUI! O preço? Apenas 139,00 LIBRAS

Realmente parece ser um capacete muito bom, e deixa a base da cabeça protegida.
Com certeza um dia terei um. Não porque acredite nele em caso de acidente. Mas porque achei ele muito bonito. E tem cada combinação de cores!  Melhor que usar boné com capacete comum! hehehe!!! QUERO UM!!!

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22 de junho de 2010

ALIVIANTES

Amigos...

Se faltar grana para comprar um capacete, aproveite a idéia abaixo!
Foto via BIKE HUGGER / DE Cliff Nordman’s flickr

Pelo menos deve ser mais fresquinho que os de poliuretano ou isopor!

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26 de agosto de 2009

CAPACETE OU NÃO?


Amigos...

Uma das coisa que aprendi a fazer com os passeios ciclisticos que fiz neste último ano, foi a usar o capacete para pedalar. Quando era criança e adolescente, e até mesmo com minha bicicleta anterior, a Caloi Altus que tinha em Salvador por volta de 1994, eu não usava capacete. Nem mesmo passou uma única vez pela cabeça comprar e usar um capacete para pedalar pela cidade. Graças a Deus nunca precisei dele.

Neste ano pedalando, vi alguns acidentes, quedas feias em que o capacete salvou o dia em alguns casos. Em nenhum, atrapalhou, o que já é muito a se dizer sobre um equipamento de segurança. Em alguns destes acidentes, o capacete chegou a ser destruído, com pequeno ou nenhum dano ao usuário.

Por outro lado, sou um habitué do Copenhagenize.com, um site dinarmaquês que tem como pano de fundo a idéia de que podemos todos, ao redor do mundo, adotar o estilo de vida de Copenhagen, fazendo uma "copenhaguenização" de nossas cidades no que tange ao uso da bicicleta como uma extensão do nosso corpo e criando uma cultura da bicicleta sem paralelos pelo mundo afota. Um dos pontos que eles mais veemente defendem é de que o uso do capacete viola este estilo de vida e a forma como a cultura da bicicleta está enrraizada no modo de vida do povo dinamarquês. Eles apontam que, pelo mundo a fora, em sociedades em que o uso do capacete é obrigatório, isto não reduziu as mortalidades por acidentes com ciclistas. Depois que as mortes por atropelamento de pedestres e por acidentes com automóveis têm o mesmo índice de mortes de ciclistas, e se assim for, porque os pedestres e os motoristas de automóveis também não usam capacetes? São questões importantes e para as quais não tenho resposta.

Polêmicas à parte, observo que é muito diferente o posicionamento cultural geral de um dinamarquês e de um recifense. O índice de analfabetismo - oficial ou estrutural -, ignorância cultural e social, e desagregação comunitária nestas duas culturas são muito diferentes e influenciam diretamente o comportamento de cada um dos elementos que convivem com o trânsito nas duas cidades. Não sei se as estatísticas iriam mostrar os mesmos resultados no Brasil e em Recife, até porque a bicicleta é encarada como veículo apenas para as classes mais baixas, e inexistem estatísticas sobre o assunto aqui. Muitos acidentes com os ciclistas nem mesmo chegam ao registro público oficial, dificultando a elaboração de um retrato correto sobre nossos problemas.

Resumindo, apesar de achar que Recife vai estar sendo candidata ao paraíso no dia em que a gente puder pedalar sem o capacete como Copenhagen, vou continuar a usar o meu, pelo sim, pelo não! NÃO ACREDITO EM BRUXAS, MAS QUE ELAS EXISTEM...

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10 de junho de 2009

CAPACETE... É USAR OU MORRER!


Amigos...

Em Recife, tem crescido o número de empresas que dedicam-se a entregas diversas usando bicicletas de carga. Várias eu já observei adotam o capacete para seus entregadores e os obrigam mesmo a usa-lo. Já vi também vários com o capacete em cima das mercadorias que estão sendo entregues, enquanto na cabeça eles usam bonés!

Como todo EPI, equipamento de proteção individual, o capacete é uma peça necessária. Nos meus tempos de indústria, vi vários serem salvos de acidentes graves por conta do capacete. Como nossa cidade é quente, muitos alegam que usar o capacete é muito ruim. Mesmo assim, é um item extremamente necessário.

Pesquisas mostram que um acidente em baixa velocidade, cerca de 20km/h, normal em uma bicicleta, o ciclista corre um risco de morte de 10%! Este risco triplica em velocidades de apenas 40 km/h! Um acidente a 30 km/h equivale a uma queda do primeiro andar, 3,5 metros de altura. Se em pé você até aguentar uma queda assim, com a cabeça desprotegida, com certeza não! Agora imaginem se acontecer uma batida contra um veículo a 40 ou 50 km/h apenas. O impacto de um carro a 40km/h em um ciclista PARADO, o lançaria um ciclista de 90kg com sua bicicleta a mais de 20km/h aproximadamente. Caso o mesmo ciclista estivesse se movendo a 20km/h e sofresse um impacto direto de um veículo a 40km/h em sentido contrário, o impacto seria o equivalente a 60km/h e o ciclista seria arremessado a quase 30km/h, sem defesa alguma exceto o capacete.

Vale a pena morrer para deixar a cabeça um pouco mais fria?

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8 de junho de 2009

RETROVISORES... PARA QUE TE QUERO!?



Amigos...

Desde que recomecei a pedalar, quase um ano atrás, tenho pensado se vale a pena colocar os retrovisores na minha bicicleta. Minha experiência anterior com a velha Caloi Altus, em 1993-1996, me mostrou que raramente estes espelhos forneciam informações confiáveis sobre o que vem atrás. Provavelmente hoje, pedalando a noite, ele pode ser útil, mas tenho algumas dúvidas sobre o assunto. O espelho é pequeno, têm campo visível mínimo, vibrando intensamente acompanhando o sistema de amortecimento dianteiro, e com certeza, não vão dispensar o uso da visão periférica. Acho que pelo contrário, ele terá a função de inibir o uso desta visão periférica que com o uso, tem se tornado quase uma segunda audição. Hoje, quando ando pelas ruas a pé, ao atravessar ruas, eu uso a periférica automaticamente. Muitas vezes, em conjunção com a audição, outro sentido que "despertou" com o uso da bicicleta.

O Código de Trânsito Brasileiro tem o espelho como um ítem obrigatório, a saber:
Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN:
...
VI - para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.
Realmente não acho que alguém do CONTRAN use bicicleta. Nem correta, nem incorretamente. Este conselho só deve ter motoristas! Senão cadê o CAPACETE nesta lista? Gente, todos nós que pedalamos sabemos quão é importante o uso do CAPACETE para nós ciclistas que pedalamos no NOSSO trânsito, das NOSSAS cidades congestionadas, cheias de motoristas tensos, nervosos e estressados, capazes das maiores besteiras ao dirigir, colocando nossa vida e a vida deles em risco apenas para chegar alguns minutos antes a qualquer lugar!

Então, por euquanto, seguirei pedalando sem usar retrovisores mas de capacete! Simplesmente porque acredito que para os retrovisores realmente funcionarem têm de ser como aqueles da foto aí de cima, tomada na Boa Vista, em um ciclista que faz entrega de revistas e jornais e cujos retrovisores são dois e adaptados de um veículo BESTA da KIA. Enormes e em dupla, acredito que só assim, será possível realmente confiar na informação que eles nos dão!

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27 de janeiro de 2009

O CAPACETE!

Amigos...

Esta matéria no TREEHUGGER tinha o sugestivo apelo "Um capacete de bicicleta que vai deixar vc parecido com o Russel Crowe!" A Bike Helmet That Makes You Look Like Russell Crowe

Bem... até que fica... que que vcs acham?
Em caso de dúvida, consulte a matéria original e veja a foto do Russell em "Gladiador"... o capacete foi inspirado nos antigos capacetes romanos... agora minhas dúvidas... SEM FORRO AMORTECEDOR? SEM TIRANTES PARA PRENDER NA CABEÇA? VENTILADO SIM, MAS AERODINÂMICO? Bem são perguntas de designer... Não consegui ver nada no estúdio RODRIGO CANEDO, designer espanhol que criou o modelo. Mas é bonito o projeto né não???



DE OLHO NA BIKE



Click nas imagens e veja as fotos ampliadas no PICASA NA WEB!
Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010