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17 de setembro de 2011

FAZ TEMPO...

ÔNIBUS DECENTES EXISTEM! Grandes, amplos, rebaixados, com ar condicionado e sistemas de amortecedores macios e confortáveis. Mas são mais caros, exigem mais manutenção, e quebram mais nas ruas "pavimentadas" de Recife! Enquanto isso, o "gado" vai sendo levado nas tranqueiras que os gestores definem como "ônibus modernos".


Amigos...

Tem um tempo, exatos 17 dias, que não posto por aqui. Muita coisa para estudar, muitas tarefas no meu projeto de pesquisa. E poucas pedaladas restritas pelo meu joelho que, não sei como nem porque, anda falseando, com dores "de nada fazer". Sim, porque não doi quando ando, nem quando levanto, mas basta passar 2 h parado, para assistir a um filme no cinema por exemplo, que começa a incomodar demais. Então precisei dar uma parada mesmo, deixei a "dor fantasma" sumir, e fiz um teste de pedal no sábado retrasado. Depois doeu novamente no dia seguinte, e achei que estava ligado ao pedalar, algum ajuste que precisaria refazer na bike. Mas ai durante a semana passou, as dores sumiram, e eu voltei a andar de manhã cedo. O joelho parou de doer. Ontem o teste definitivo, fui no cinema, e ao terminar, o joelho não apresentou dores. Curado? Acho que não. Não sei o que causou, não sei o que curou. Botei gelo umas 3 vezes no auge da crise, mas ainda não sei a origem da "dor fantasma". Seria falta de pedal?

Bem, mesmo parado, não deixo de observar o que rola na mobilidade local. Aliás, parado de bike, uso o nosso "moderníssimo" e bem aparatado sistema de transporte público. Última palavra em transporte de gado, em moderníssimos caminhões adaptados para carregar carne de gente! Quando pegarem um desses ônibus vazio e com o motorisma motivado, observem a vibração interna, a instabilidade interna ao fazer curvas, passar na buraqueira, parar nos pontos. Acho que os bois são mais bem tratados, senão iam "estressar" e a carne não ia valer muito! Mas gente é mais resistente, não se estressa com esse tratamento de sacudidas, impactos, torções e por ai vai. Gente está pagando pouco, está reclamando de que??? Tem mesmo que sofrer, ser tratado como algo pior que boi indo para o matadouro.

Nos anos 80, a extinta EMTU testou um modelo de ônibus decente, os velhos PADRON em Recife. Eram grandes, lembram os atuais SEI, mas eram muito mais confortáveis e macios, com bom amortecimento à ar, motor traseiro, e muito conforto, mesmo sem ar condicionado. Mas eram outros tempos, as campanhas políticas não eram tão caras, os gestores eram menos dependentes dos recursos oriundos das empresas. Mas quebraram nas buraqueiras e desníveis de Recife, acho, e saíram de circulação. Davam prejuízo a quem paga campanhas carissimas e escolhe gestores a dedo, para deixar tudo do jeito em que o lucro das empresas supere a qualidade do serviço em muitas ordens de grandeza.

Antes que digam que estou errado, se lembrem que temos apenas 20 anos sem uma única LICITAÇÃO de linhas e serviços de ônibus pela prefeitura. Anos prorrogando os contratos antigos, meio no "calabouca", meio no "por baixo dos panos". Sem licitar e exigir qualidade, os gestores oferecem isso que está aí, com baixa qualidade, péssimo serviço e preço extorsivo (já pensaram o que significa R$ 4,00 por dia para quem não tem carteira assinada e vale-transporte?).

E assim, vamos indo. Depois achamos que as pessoas tem de trocar o carro pelo transporte público. Eu entendo porque não é fácil aceitar isso. E com mais carros nas ruas, nós ciclistas comutadores, é que somos afetados. Nossa luta para diminuir o uso do carro como meio de transporte individual passa pela oferta de transporte público de qualidade e pelo estímulo ao uso da bicicleta. Mas enquanto estivermos elegendo quem garanta a vida dos donos das empresas de ônibus, seu lucro, sua baixa qualidade de serviço, não vamos conseguir grandes coisas!

E vamos pedalando...

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23 de junho de 2011

ESTUDOS X AÇÕES

Acredite, isto FOI uma ciclofaixa, na 21 de Abril, San Martin! Passar uma vassora, manter limpa e funcionando, NÃO é prioridade para nenhum gestor! Ele nem pedala, "os pobres que sifu"!
Amigos...

De onde vem as idéias? De onde um prefeito tira a idéia de colocar uma ciclofaixa nesta ou naquela rua? Os urbanistas apontam para "claros e necessários estudos de mobilidade e usabilidade das ciclofaixas", levantando hipóteses, dados estatísticos e matemáticos que devem guiar os gestores sobre onde tal obra terá mais impacto. É a abordagem técnica, que os nossos gestores deveriam seguir e não usar sempre como desculpa para não fazer nada: "nada indica que tem usuários bastante", "não temos estudos", "estamos realizando levantamentos". Desculpas.

Recife vive dois dilemas que têm o mesmo causador:
  • o transporte público não funciona porque tem carros demais, e tem carros demais porque o transporte público é ruim.
  • a cidade não tem uma rede de ciclofaixas e bicicletários porque não tem ninguém para usa-las, e ninguém usa porque não tem ciclofaixas e bicicletários.

Em ambos os casos, o usuário do carro é o mais "sofrido": engarrafamentos, estacionamento, despesas. E claro, tudo isto chama muito a atenção do poderosos, que nem pedalam nem usam o transporte público, mas usam os carros e são da classe "sofrida" dos motoristas. Mas é uma classe menor. Muito mais gente se desloca de ônibus e também muito mais gente usa a bicicleta como meio de transporte, especialmente neste caso, pessoas de baixa renda e carentes de apoio oficial. Qualquer ação que melhore estas duas formas de mobilidade atingirá uma grande massa de cidadãos. É, inegalvelmente, muito mais justa socialmente que gastar rios de dinheiro para construir novas avenidas e viadutos!

Mas fazer isto não atingirá aos políticos. Estes, ainda usuários dos carros, continuarão presos nos engarrafamentos que eles mesmo promovem. Só isto explica se gastar um rio de dinheiro numa via expressa de 4 km, deixando de investir maciçamente em transporte público e por bicicleta. $E for $Ó por I$$0!!!

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3 de fevereiro de 2011

FELICIDADE INTERNA BRUTA

Amigos...

Estava lendo uma matéria interessante sobre o porque dos Reis do Butão andavam de bicicleta (Tks Renildo!). Primeiro vamos ligar o geografo que todos temos a disposição e mostrar onde fica o BUTÃO (NÃO, não fica na sua calça!)...  É um pequeno país encravado na Ásia, entre a China, Índia e Sikkin, pertinho do Nepal! Lá eles criaram o conceito de FELICIDADE INTERNA BRUTA em substituição PRODUTO INTERNO BRUTO. E por motivos ótimos. Recomendo a leitura da entrevista do Primeiro Ministro de lá, como forma de aumentar a cultura geral! 
Sim, mas o que isto tem a ver com os Reis do Butão andarem de bicicleta? Coerência. Se dentro das estratégias para aumentar a FELICIDADE do povo está a sustentabilidade e preservação ambiental, então nada mais lógico que quem manda adote posturas coerentes para isto. Andar e promover a bicicleta, apoiar a criação de uma cultura do ir e vir em duas rodas junto com um sistema de transporte público e criar formas de tornar mais cara a condução de veículos particulares, são formas de agir, dentro da lei, para promover a mobilidade sustentável levando a um aumento da felicidade da população.
Enquanto isto em HELL-cife, nossos políticos continuam inve$$$tindo em obra$$$ faraônica$$$ para atender a mobilidade por veículos particulares (Via Mangue, Corredor Norte-Sul e Av. Norte) em detrimento de políticas públicas que coloquem o transporte público e a bicicleta como formas de mobilidade e meios para trazer a felicidade da população. O pernambucano é tão feliz assim que possa desprezar estratégias que só trazem felicidade? Ou estaríamos mais felizes com outros gestores mais comprometidos com a felicidade da população? Será que existe uma forma de comprometer estes gestores com a nossa felicidade?

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26 de julho de 2010

MOBILIDADE... DESAFIO A "MÁFIA" DO CARRO!

Amigos...

Recife tem vários problemas de mobilidade que volta e meia abordo aqui. O transporte público poderia melhorar em muito se tivessemos menos carros. Os pedestres sofrem com calçadas péssimas, sinalização ruim e dedicada ao carro. A bicicleta, tão usada pelas classes menos favorecidas como meio de transporte, não tem nenhuma atenção. Os idosos e os deficientes são estorvos que o poder público finge que não existem.

Enquanto isto vivemos fábulas. Vejamos algumas delas:
  • o viaduto da Av. Norte, para servir aos ônibus: porque não fazem a via exclusiva direto na Avenida?
  • o corredor Norte-Sul, para integrar Abreu e Lima a Jaboatão, através de mais viadutos na Av. Agamenon Magalhães: idem, a avenida tem 4 pistas de cada lado, não poderia ser sacrificada uma delas só para os ônibus?
  • a Via Mangue, para atender a zona sul: na verdade uma alternativa que vai se construída para os carros que vão sair da Domingos Ferreira onde vão fazer o corredor Norte-Sul SEM viaduto?! Interessante, na Zona Sul não vão adotar a mesma solução da Zona Norte?!
Porque são fábulas? Porque são vendidas como soluções para o transporte público mas, na verdade, são obras públicas desnecessária voltadas para manter o status dos carros na cidade. Observe que todas elas apesar de serem vias que têm alguma coisa a ver com o transporte por ônibus, liberam mais espaço nas vias por onde passam para... OS CARROS! Todas elas correm em locais cheios de avenidas, saturadas com o tráfego misto de ônibus e carros. Não seria mais barato e melhor para a cidade simplesmente construir os corredores e estações nestas vias diretamente, sacrificando o tráfego de automóveis?! Ora, mas o "poderoso carro", DON CARROLEONE, não ia querer ficar em casa na "marra" e ser usado só em último caso!

O que falta em Recife para melhorar a mobilidade é termos um prefeito que tenha coragem de tomar medidas inicialmente impopulares para impor o bem-estar público que um bom sistema de mobilidade traria para a cidade, em detrimento do desgaste que sua imagem sofreria no processo, como fez o ENRIQUE PENALOSA em Bogotá! Peito e raça, propor o desafio, peitar de forma corajosa as forças ocultas que vão contra as necessidades de grande parte da população e fazer o que tem de ser feito. Para isto, eles são eleitos. Mas acho que eles só têm bunda!

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6 de julho de 2010

RUAS ASFALTADAS OU RUAS REMENDADAS?

Amigos

Quem anda de carro em Recife, Olinda, Paulista e Jaboatão, já deve estar tão "massageado" que nem nota mais a baixíssima qualidade da cobertura de aslfato ou cimento das ruas e avenidas destas cidades. Quem anda de bike sabe porque de tantas ondulações e imperfeições!

Nas nossas cidades temos alguns problemas básicos: qualidade do pavimento e aterramento de áreas alagadiças. Como asfalto não é um produto comum no estado, mas cimento é, opta-se pelas avenidas com placas de concreto. Placas pesadas, que com o tempo e com o aterramento de alagadiços, cedem ou empenam, criando irregularidades entre elas. Isto também acontece nas vias asfaltadas. E não são poucas as ondulações criadas pela base que cede.

Junte a esta instabilidade do solo e baixa qualidade do pavimento, uma política de mobilidade voltada para o carro, um lote de concessionárias a furar as vias já mal feitas para consertar linhas de água e esgoto, telefonia, e pronto! É a receita perfeita para o "tapete" de remendos que temos hoje! As ruas de nossas cidades parecem ser feitas de "tecidos" diferentes a cada metro rodado. Quem pedala sabe do que estou falando. Bicicleta de corrida aqui é uma roubada, sofre horrores! Recife e cercanias são cidades da bicicleta de MONTANHA, mesmo não tendo uma só montanha que respeite este nome! Amortecedores pelo menos na roda da frente, é o mínimo para não sofrer tantas pancadas ao pedalar!

As nossas concessionárias de serviços públicos são rápidas na cobrança das contas, mas lentas na hora de fechar os buracos e consertar seus mau feitos. Pior, depois de feito os SEUS serviços, fica o buraco para outro departamento da prefeitura tapar e recuperar o pavimento. E nunca fica nem ao menos parecido com o original! As companhias de telefonia, TV a cabo e eletricidade passam seus cabos por postes, mas volta e meia, "mergulham" chão a dentro, e saem deixando seus mau feitos nas vias!

Como sempre digo, os nossos gestores só poderiam gerir se conhecessem ou sentissem na pele os problemas. Só com eles andando de bike pela cidade é que poderão vir a perceber o resultado deixado pela intervenção de suas empresas e serviços. Eles bem que podiam começar logo!

E quem acha que não é possível ter algo melhor, vá passear em João Pessoa. Lá o asfalto presta!

ACORDA RECIFE!

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30 de maio de 2010

QUERO O NOSSO ESPAÇO PARA O MEU CARRO!

Amigos...

A cidade do Recife convive com o problema da falta de estacionamentos para os carros dos seus habitantes. Não é um problema novo, mas está se tornando um dos grandes, depois que o Governo Federal baixou o IPI para "segurar a marolinha". E também com as melhoras nas condições de renda da população. Como "novos classe média", os consumidores partiram para realizar o grande sonho da mediocridade nacional: comprar um carro! Novo ou velho, não importa! O que importa é que agora eu posso, eu quero e eu vou comprar um carro. Para rodar aonde e para-lo também não me importa!

Se não bastasse a falta de espaço nas ruas para trafegar com os carros, a cidade teve acrescido o seu problema de espaço para estacionar. O que pouca gente sabe ou percebe é que não é uma obrigação do poder público lotear o espaço público para que uma parcela da população que tem carro, use este espaço com privacidade para pará-lo. Nenhuma lei obriga os gestores da cidade a garantir ao novo dono do carro, espaço para estacionamento aonde ele queira ir. O espaço é público, mas não apenas para a minoria do público que tem carro! E não é correto qualquer político roubar espaço de praças, jardins, áreas verdes que atendem a toda população, para colocar os carros. Mas é o que acontece em várias cidades do Brasil, vide a destruição dos canteiros centrais das Marginais em São Paulo, para mais uma via de tráfego.

Recentemente ouvi que a Prefeitura da Cidade do Recife espera organizar melhor e aumentar as vagas de estacionamento no Centro. O Centro Histórico hoje durante a semana, é um grande estacionamento. Mas ainda deve ter espaço para mais! Resta saber qual será o prejuízo para o resto da população sem carro!

Observe que alguns lugares civilizados não só começam a retirar vagas, mas a repensar as soluções de estacionamento até para as bicicletas, visando criar e manter áreas verdes e melhorar a vida dos seus cidadãos. Vejam as fotos abaixo.




Projeto Vencedor de uma concorrência para um edifício bicicletário "verde" na Filadélfia, EUA
[Fonte: DELAWARE VALLEY GREEN BUILDING COUNCIL, via Treehuggers]


Uma praça central cheia de verde ladeada por um edifício bicicletário em vidro é o que se pode chamar de projeto criativo! E é uma das propostas que não só reduz o congestionamento urbano e poluição no centro da Filadélfia, mas que também faz da bicicleta uma opção mais atraente para quem precisa de deslocar na cidade. E isto é trabalho de uma gestão que além de responsável, é criativa e digna de ser valorizada.

Ser gestor de uma grande cidade exige que o governante não fique preso a dogmas e tradições, mas seja capaz de implementar soluções novas e criativas para os problemas da sociedade. Abrir mais avenidas, fazer mais pontes e viadutos, vai trazer um impacto momentâneo e pouco duradouro sobre o problema do tráfego em Recife e cidades vizinhas. E vai trazer embutida a idéia de que o gestor "levou um por fora" para fazê-la! Enfrentar os problemas com soluções criativas, mesmo que contra a vontade da nova e medíocre classe re-mediada, é coisa para poucos. Teriam os nossos gestores vontade e criatividade suficiente para enfrentar estes em prol de um novo Recife?

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17 de fevereiro de 2010

UMA BIKE PARA JOÃO...

Amigos...

Tenho criticado a posição dos gestores da mobilidade em Recife, sempre focados em facilitar a vida dos que tem carro, mesmo que cheio de "boas intenções" no transporte público. Digo boas intenções porque de nada adianta vc criar novas avenidas, viadutos, corredores para "facilitar o escoamento" se não são tomadas iniciativas reais para que o transporte público tenha prioridade sobre todo e qualquer forma de transporte individual por automóveis.

O corredor Leste-Oeste é um exemplo. De que adianta vc mudar a cara da Avenida Conde da Boa Vista, Derby, Benfica e Caxangá, deixando a Av.Governador Carlos de Lima Cavalcante, a conexão entre a Conde da Boa Vista e o Derby sem um isolamento para os ônibus. Como garantir uma fluência dentro do corredor com um gargalo destes, uma rua estreita disputada a tapas pelos carros, motos, ônibus. É literalmente uma corda no pescoço deste corredor?!

Bom, mas este comentário inicial do post foi apenas mais um ponto e não o foco deste post.

O assunto é o papel do prefeito no que tange a melhorar a nossa vida como ciclistas. Alguém deveria convidar o senhor prefeito para dar uma pedalada na cidade como fez e faz o prefeito de Seattle, Mike McGinn. Observe que Seattle é uma cidade grande, no estado de Washington, no noroeste dos Estados Unidos. É uma cidade com invernos rigorosíssimos, muito frios, com neve, nevascas e outras coisitas mais. Mas o prefeito vai de bike para o trabalho, e todo o dia. Ele é um comutador que dá o exemplo a seus concidadãos de que para se conseguir uma cidade mais humana e mais tranquila, pedalar é uma necessidade mais que uma opção. Duvidam? Olha o vídeo que a StreetFilms fez com ele indo para o trabalho em um dia bem frio. Ele se elegeu em cima da plataforma de mais bicicletas na cidade. Via TREEHUGGER.



Quem se habilita a convencer nosso João e dar uma bike para ele experimentar pedalar em Recife???

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DE OLHO NA BIKE



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Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010