11 de agosto de 2016

GRAND PRIX DE MTB 2016



 AMIGOS...

I  GRAND PRIX DE MOUNTAIN BIKE– ANO 2016

REGULAMENTO DA PROVA

1.0. – A prova

1.1. A Prova de ciclismo GRAND PRIX DE MOUNTAIN BIKE– ANO 2016, doravante denominada EVENTO, será realizada no dia 03 de DEZEMBRO de 2016, na cidade de GRAVATÁ  região, próxima a capital Pernambucana no qual participarão PESSOAS DE AMBOS OS SEXOS devidamente inscritos, doravante denominados ATLETAS, independentemente da condição climática.

Deste evento, fazem parte:
A CORRIDA GRAND PRIX DE MOUNTAIN BIKE– ANO 2016 participativa com distância aproximada de 20 km (vinte quilômetros) para a categoria feminina doravante denominada 20 Km.
A CORRIDA participativa com distância aproximada de 60 km (sessenta quilômetros) para a categoria masculina doravante denominada 60 Km.

1.2. O EVENTO terá LARGADA e CHEGADA no parque da cidade de gravatá-PE, conforme o percurso detalhado divulgado no sites do EVENTO.

1.3. O início do EVENTO está previsto para os seguintes horários abaixo, conforme a Largada Geral

Hora da largada 08:00 horas da manhã

Categoria do atleta

1.4. (CATEGORIA MASCULINA)
OBS:Valor por cada atleta inscritos na prova R$100 cem (reais)
ELITE MASCULINA sairá na frente
Os demais sairão após os atletas da elite masculina.

1.5. (CATEGORIA FEMININA)
OBS:Valor por cada atleta inscritos na prova R$100 cem (reais)
ELITE FEMININA sairá na frente
Os demais sairão após os atletas da elite feminina.

Um esporte em ascensão.

1.6. Ciclismo é um esporte de corrida de bicicleta cujo objetivo dos participantes é chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso no menor tempo possível.

Foi na Inglaterra, em meados do século XIX, que o ciclismo iniciou-se como esporte, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades. O ciclismo é regido por diversas regras. Geralmente enquadra-se em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX e é praticado com diversos tipos e modelos de bicicletas.
No Mountain Bike existem várias categorias que são divididas em mais ou menos radicais, e são elas: cross country, em todo o tipo de terreno, de preferência no monte, seja a subir, plano ou a descer; o Free Ride, com um andamento mais extremo em que se dá preferência a saltos e descidas; o down hill, que é a versão mais extrema e perigosa do MTB que consiste somente em descer, normalmente a velocidades altas, sendo este praticado tanto no monte ou em cidade (o chamado downhill urbano ou DHU). Em Lisboa, o mais famoso evento desta disciplina é o Lisboa Down Town que se realiza anualmente em Maio e que consiste na descida da encosta do Castelo de São Jorge até ao arco da Red Bull.
Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treinamento aplicado. Desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas, em treinamentos.
O mundo moderno inventou também o ciclismo estático, ou seja, a prática do ciclismo em bicicletas ergométricas e em locais fechados, casa, academia, clube, etc, um exercício aeróbico alternativo e seguro ideal para indivíduos que desejam maior segurança, sustentação e facilidade de manejo do que o ciclismo de estrada ou de pista.
O ciclismo estático é indicado para pessoas que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna e que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos.

Histórico e inspirador

1.7. A GRAND PRIX DE MOUNTAIN BIKE– ANO 2016.

É realizada na cidade de Gravatá próximo a Recife, capital do Estado de Pernambuco. Situada no litoral nordestino,  disputando com elas o espaço estratégico de influência na Região.

1.8. O percurso da I  O  GRAND PRIX DE MONTAIN BIKE– ANO 2016.

Passará pelas principais ruas  da cidade em sentido a zona rural. Com largada o parque da cidade de gravatá, a prova contemplará o centro da cidade e trechos da zona rural.

Percurso
(divulgaremos em breve)

60 KM MASCULINO
20 KM FEMININO

Ponto de Hidratação.
Será disponibilizado um ponto de hidratação no local de largada da prova

1.9. Largada: Em frente o parque da cidade de gravatá – centro da cidade com apoio de uma equipe de batedores para a segurança dos atletas desta prova.

Atenção:
1.10. As vias interditadas terão acesso restrito e controlado pelos agentes do trânsito para moradores, comerciantes, trabalhadores da cidade de gravatá e região e veículos oficiais a trabalho (viaturas da polícia, bombeiros e ambulâncias).

O I  GRAND PRIX DE MOUNTAIN BIKE– ANO 2016.
É promovida e realizada pela JF Assessoria Esportiva & Eventos.

Atenção:Todos os atletas inscritos nesta prova deverá está preparado fisicamente.

9 de agosto de 2016

CAPACETAR-SE OU NÃO?



Safety at the World's Busiest Cycle Intersection (Copenhagen) from STREETFILMS on Vimeo.


CAPACETAR-SE ou NÃO CAPACETAR-SE, esta é a questão?  A questão que ficou na pauta depois que a ciclista holandesa Van Vleuten quase se acaba numa curva na prova de ciclismo de estrada feminina na Olimpíada do Rio.  Tombo feio, ela ficou imóvel, ainda bem que ninguém mexeu porque com 3 vértebras fraturadas, isso podia virar uma paraplegia. Ainda bem que não sofreu nada na cabeça também porque estava de CAPACETE! kkkkk...

Ora, galera, existe sim uma enorme diferença entre pedalar para ir comprar pão e pedalar esportivamente.  Você não usa capacete no seu carro, mas o Airton Senna sempre precisou usar o dele na Fórmula 1.  Então porque seria diferente com a bicicleta?  Ah, a bicicleta não tem o "escudo de aço" da lataria do carro.  Em condições normais, o ciclista não precisa dele.  A bicicleta anda a 10 km/h.  A maioria das mortes no trânsito são de acidentes de moto, acidentes com pedestres, com motoristas de carro, e lá no fim da lista, com os ciclistas.  Existem fatalidades, mas a quase totalidade delas pode ser evitada simplesmente tomando cuidado, estando atento ao tráfego, evitando disputar espaço com ônibus, caminhões e SUVs.  Ademais, com o tráfego parado como tem andado, é mais provável que você seja atropelado por um cachorro!

Então, se não for "pilotar" sua bike em trilhas, não for treinar velocidade, não for correr e quiser apenas descortinar a paisagem, curtir uma bela tarde, ou comprar pão (!!!), deixe o capacete em casa e sinta o prazer do vento nos cabelos (só tenho 4 , feito o Cebolinha!)... e aproveite!

Em tempo, no vídeo acima, um pouco de tráfego civilizado, em Copenhagen.  Um local onde a bicicleta é a maioria... olhe quantos capacetados?!?! Poucos né?!!?

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25 de julho de 2016

ESTÁ QUASE LÁ...



Amigos...

Se tem algo que me incomoda em bicicleta, é a quantidade de ítens avulsos e precários que você tem de colocar na bicicleta.  Precários, porque você não tem segurança que vá deixar um ciclocomputador ou uma lanterna na bicicleta, e vai encontra-los quando voltar.  Então ao parar a bicicleta em algum lugar público, literalmente precisa tirar tudo de avulso, tudo de conforto, tudo que não for aparafusado no quadro. E haja mochila para tanta tranqueira. Até as rodas, se for troca-rápida, convém prender na corrente, senão a bicicleta pode estar sem ela quando você voltar. Para vocês terem ideia, até meu cesto que tem um gancho QUICKFIX, tem um cabo de aço com cadeado para evitar que seja furtado.

Ai vi essa bike, a VOLATA, com quase tudo integrado.  Para mim, faltam apenas os paralamas, o bagageiro e o cesto frontal.  Na reportagem da Inhabitat de onde vi essa bike, o jornalista não gostou, achou que era uma "carrogeração" de uma bike, transformação da bike em um carro.  Achou que é um projeto complexo, que não considera que a vida útil de cada peça é diferente, portanto, melhor deixar do tipo "bota-tira-bota". Segundo ele é melhor equipar a bike a medida que precisa.  Eu discordo, porque moro em uma cidade em que uma lanterninha decente custa uns 70 reais, e um pilantrinha afana para comprar drogas por 10 reais!  E eu posso me ver no escuro e sem iluminação por conta disso. Se for tudo embutido, melhor.

Então, estamos chegando lá, essa é a boa notícia.  Chegando em uma bicicleta sem adicionais de importância, onde lanternas, GPS, alarme, campainha, e espero, paralamas, bagageiro e cesto, sejam itens de série, que a gente não precise comprar mais nada!

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15 de julho de 2016

E O PAPEL DO CICLISTA?


DICAS PARA OS CICLISTAS AUMENTAREM SUA SEGURANÇA!Fonte: DAQUI


Amigos...

A gente fala, fala, fala, mete o pau no comportamento dos MONSTRORISTAS, dos taxeiros tresloucados, nos que dirigem ônibus, nos motoqueiros desgovernados e em todos que torram gasolina, poluem o ar e enchem o saco!

Mas a gente não pode deixar de falar do ciclista também.  Não de todos, não daqueles mais responsáveis, que pedalam com prudência. Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, como dizia minha vó. Entenda prudência como cautela em evitar riscos desnecessários, coisa que outro tanto de ciclistas não observa. Particularmente aqueles de baixa renda, só observando. Muitos cometem várias ações de alto risco, na boa, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Vejamos um exemplo, o carro está parado ao lado de um ônibus, portanto, o motorista não pode ver quem vem pela frente do ônibus, cruzando as linhas de tráfego. E de repente, surge na frente do ônibus, um ciclista com 4 garrafões de água na bike (portanto, pesada e menos controlável) executando uma peripécia quase mortal para ele, já que o carro tinha começado a andar e por pouco não o atropela.

Podemos culpar o motorista? Até que ponto é responsabilidade do ciclista evitar essas manobras?

Bem, vivemos uma situação de descontrole de tráfego muito grande, sem que o poder público entenda e atue para de algum modo, favorecer a segurança do ciclista. Não temos ciclovias, as poucas vão do nada a lugar algum ou são turísticas.  Mas ciclistas tem muito, e teria muitos mais se a infraestrutura ajudasse.

Então, a meu ver, o ciclista às vezes age de forma não segura por necessidade não suprida pelo poder público, que considera os carros como donos das ruas e com todos os direitos sobre os demais modais. Se eu tivesse de atribuir culpa, apenas uns 20% seria do ciclista, porque ele poderia ir por trás do ônibus, quando seria mais visível para os demais veículos. O motorista deve sempre dirigir devagar, sem arrancadas, especialmente se está numa situação de falta de visibilidade. Assim, pelo menos os 80% de culpa dele no caso de atropelamento, não vai causar 100% de morte!...

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11 de julho de 2016

"PINTADO" DE VERDE.....

Adianta de "maquiar" de VERDE SUSTENTABILIDADE?

Amigos...

A FENEARTE é uma unanimidade como feira.  Inegável que tem uma variedade enorme de itens de arte e artesanato, que dá para decorar uma casa toda com peças expostas ali.

Este ano, a feira trouxe uma novidade: bikefoods!  Vi vários negócios montados em cima de uma bicicleta.  Pena que muitas são apenas "green washing", quer se vender como antenado, atual, sustentável, mas sai dali com a bike no carro para o próximo destino comercial.  A bike entra como "limpeza esverdeante" do negócio, fazendo de conta que é de verdade.  Negócios de verdade, mas bikes de mentira, com pneus novos estalando de novos e limpíssimos, até com aqueles pinos de borracha, novíssimos.  Ou pneus usados, mas completamente muxos.

Interessante que esse pessoal acha que engana alguém!  Quem entende de bike, não cai nessa. Quem não entende, está pouco se lixando.  Sinceramente, era melhor botar numa barraquinha básica, e assumir logo que não pode passar sem as quatro rodas e a fumacinha da gasolina.  Ficava menos feio.

Essa "faxina esverdeada" tem aparecido em vários negócios. Sob o tema sustentabilidade, fazem de tudo para não mostrar sua face de agressão ao meio-ambiente. Pena, a gente precisava mais da verdade que dessa fantasia ciclística desnecessária!

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DE OLHO NA BIKE



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Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010