Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens

17 de novembro de 2020

Voltando aos poucos...

Para os que não sabem, as coisas mudaram muito desde que escrevi pela última vez no Pedalando & Olhando. Assumi minhas turmas de Reciclagem, Reologia e Materiais Políméricos. Baguncei minha alimentação e deixei de pedalar, andar, malhar, etc.  Resumo quando se para, queda de imunidade e hospital. Passei 2019 entrando e saindo de hospital, chegando a cirurgia para limpar a válvula tricuspíde em junho de 2019.  Ainda tive um episódio de pneumonia, mas aos poucos fui me recuperando. Voltei a fazer atividades, andar primeiro, nadar depois.  Voltei a pedalar também.  Mas para coroar o ano, minha mãe teve um AVC e hoje vive num lar geriátrico de longa permanência, com suporte 24/24h sete dias por semana.  Ai entrou 2020, e a pandemia prendeu a gente em casa. Atividade física limitada mas obrigatória, para manter a imunidade alta. Alimentação descontrolou e a diabetes bateu na porta.  Agora de volta a correr atrás da saúde. Pedalando 2 a 3x por semana, mas só uns 130, 150 km por mês, bem distante dos 600 km que já cheguei a pedalar no fim de 2017.  Alimentação controlada, medicação e controle médico constante. Nem sonhar em pegar a COVID.  Continuo a dar meus cursos, remotamente. Faz falta a presença dos alunos, mas enquanto não houver vacina, fico online.  Nesse tempo todo, não postei, mas não deixei de observar como anda a "cena bicicleteira" no Recife. E assim, vamos voltar a postar coisas sobre isso em breve...

Espero nunca mais passar por um tempo tão complicado quanto esse de 2018 a 2020 (que ainda não acabou, mas eu já quero "ver pelas costas").

22 de abril de 2010

CHUVAS... SE VC AINDA ACREDITAR NELAS!!!

Amigos...

A gente diz que no Nordeste temos duas estações: o inverno e o verão. Teoricamente deveria ser assim. Na prática, a gente tem o verão seco e o verão chuvoso. As temperaturas caem pouco no "inverno". Em algumas cidades como Salvador, até cai um pouco mais. Em outras como Recife e Natal, não cai é nada! O clima fica mais fresco, as noites muito mais agradáveis, mas inverno mesmo, não temos!

Então porque pensar em itens ciclisticos para o inverno por aqui? Nem sei, falta de assunto para hoje, creio eu! Mas vamos comentando! Adquiri um casaco corta-vento leve para pedalar mas nunca usei. Primeiro porque quando está chovendo grosso não tenho ânimo de SAIR para pedalar. Depois porque quando estou na rua e começa a chover, eu não levei o casaco. Casaco aliás que costumo suar só de coloca-lo. A chuva, quando cai, coisa rara, é morna. A temperatura e o vento nunca são realmente muito frios, pelo menos para mim e creio que para a maioria dos homens. As mulheres são mais sensíveis, mas mesmo elas devem suar quando se coloca uma jaqueta sobre a camiseta e começam a pedalar. No máximo uma blusa de mangas compridas, o que já supre a proteção necessária para andar na chuva.

Os paralamas são outra coisa. Como toda cidade plana e quase no nível do mar, Recife tem uma grande dificuldade de escoar suas águas pluviais. Águas estas que costumam se misturar com tudo de lixo, urina de ratos e outros animais, e que podem transmitir doenças variadas. Os paralamas têm a possibilidade de diminuir a exposição a estes riscos. Então é legal ter um. O interessante é que quase ninguém que pedala em grupos tem paralamas. As mountain-bkes vendidas na cidade, em sua grande maioria, não vem com eles. e muitas nem têm como adapta-los, exceto os paralamas suspensos no selim, que pouco ou nada adiantam. É um problema a ser pensado.

Pense, mas não queime seus miolos. A água suja jogada em sua pele é um risco se a pele estiver cortada ou desprotegida, e se depois do passeio, vc não a higienizar corretamente. Tome um bom banho de escova, com sabonete antibacteriano passado duas vezes e isto por si só vai mantê-lo saudável. Outra alternativa é o uso de brateles e de calças de pedalar, que protegem sua pele do contato direto. O risco maior é mesmo de gotas desta água virem parar no seu rosto, atiradas pela roda dianteira (ninguém pensa nisto, né não?). Na pedalada, com chuva batendo no rosto, a água da rua pode se misturar com a chuva e vc pode engolir sem querer algo dela. Portanto, se tem de colocar algum, ponha o paralama da frent e pedale de boca fechada.

Outra coisa são os ferimentos. Se por qualquer motivo vc se arranhar, ou ferir, não deixe a ferida exposta de forma alguma. Leve sempre alguns curativos grandes que sirvam e qq lugar e use-os. E assim que retornar do passeio, desinfecção completa e novo curativo. Não descuide, que uma infecção braba com o contato com águas sujas é uma realidade! Proteja-se ou nos avise para a gente tirar o terno preto no armário e ir ao seu enterro!

COMENTEM!!!

5 de abril de 2010

QUEIMANDO OS OVOS...[EITA!]

Amigos...

O título com duplo sentido vem mesmo a calhar! Primeiro, vocês devem estar todos com um "pneu" extra de ovo de páscoa em torno da cintura, saturada de libações gastronômicas quando deviam era ter feito jejum espiritual! É depois do banho de hoje, na hora da revisão física, que a culpa vai bater forte, é quando vão notar o prejuízo. E aí, vai entrar o segundo motivo, culpados que estamos, resolvemos pedalar tudo que temos direito, em cima dos coitados [nós, homens, sensíveis a raladuras e espremeduras nos nossos, molinhos que são os não ditos cujos]!

Todos precisamos estar conscientes que não é um dia ou dois de super-esforço adicional que vai afetar o tamanho do pneu, mas que pode afetar e muito as assaduras, as queimações lá na vizinhança do nosso "amigão"! Agora é a fase da culpa, mas a gente precisa tratar a coisa com moderação. Se você já vinha pedalando forte, um dia ou dois de permissividade, vai apenas reduzir um pouco sua "performance". Manter o nível recupera logo os exageros, sem danos maiores. Se você, por outro lado, andava devagar quase parando, partir a 100 km/semana de pedal vai queimar é tudo!

Portanto, moderação e tenacidade é o recomendado. Moderação faz você ir devagar no começo, mas sempre um pouquinho mais que a média, e sempre crescendo. Tenacidade não deixa você desistir no meio do treino. Comece tomando uma boa medida sua: fita métrica à mão, meça biceps, antebraço, coxas [meio e joelho], barrigas das pernas, e os piores, peitoral, pança e quadril! A consciência culpada ajuda e muito na hora de resistir as tentações. Aproveite também para se pesar, mas não sofra com o que você considerar superpeso. Quando doer a consciência pense em Arnold Schwarzenegger, que no auge pesava 150kg de puro músculo. Peso só é problema se for feito de banha!

E já que falamos de banha, fique atento a sua alimentação. Só malhar sem controlar a boca, não resolve. Aprenda a sentir seu corpo e se não consegue, tente os Vigilantes, que pelo menos para nos ensinar a comer direito, são ótimos!

E comece hoje ainda. Se você deixar para amanhã, você está enganando a quem mesmo?

COMETEM!!!

20 de novembro de 2009

PESANDO AS CONSEQUÊNCIAS...

Amigos...

Tenho com frequência escrito sobre os efeitos secundários da vida moderna na sociedade dos popós. Um destes efeitos, também decorrente do stress da vida moderna e da baixa qualidade da alimentação a que nos submetemos, é a OBESIDADE. Sim, em MAIÚSCULAS, porque o problema, como ela, é ENORME! No mundo afora, a obesidade já se tornou um problema de saúde pública, pelas inúmeras implicações sobre a saúde da população e pelo aumento dos gastos com saúde derivados das doenças nas quais ela participa, se não como agente, como coadjuvante principal!

A GOOD, uma revista eletrônica fundamentada em reunir conhecimento para "botar o mundo para frente" e que utiliza a infografia de forma fantástica, criou o gráfico que reproduzo abaixo, linkado para o original. O original pode ser ampliado para detalhar os números com precisão.

O infográfico relaciona o percentual de viagens COMUTADAS, a pé ou de bicicleta, com a TAXA DE OBESIDADE da população de vários países do primeiro mundo, Europa, América e Austrália. O gráfico é bem óbvio: barras verdes maiores, mais viagens de bike; barras laranja maiores, mais viagens a pé; ciclistas maiores, maior taxa de obesidade da população.

Percebe-se claramente que existem menos pessoas obesas em países em que se ANDA ou PEDALA mais (lado direito do gráfico). Nos meus dois exemplos preferidos, a Holanda e a Dinamarca, a taxa de obesidade está na casa dos 41,6%, com 22% e 15% das viagens de bicicleta e 25% e 16% a pé, respectivamente. Na outra extremidade, nos Estados Unidos, 66,7% da sociedade está OBESA. Lá o percentual de viagens feitas de bike é cerca de 1% e a pé, 9%.

Então se você estiver preocupado com aqueles "pneus-balão" ao redor da barriga, se seu cardiologista já mandou reservar vaga para você na UTI Cardiaca, ou se sua mulher andou atualizando seu seguro de vida, "por garantia", fique esperto! Deixe seu carro em casa, vá para o trabalho pedalando ou andando, e garanta mais um tempinho para seu espírito aqui embaixo, no nosso vale de lágrimas!

COMENTEM!!!

11 de agosto de 2009

DEPENDÊNCIAS MODERNAS


Amigos...

Somos todos viciados em "modernas drogas" legais! Somos viciados em energia elétrica, água encanada e automóveis. Escolhemos morar em apartamentos, em torres gigantescas, e nos tornamos viciados em elevadores. Optamos pelo conforto, abrindo mão do movimento, e depois nos tornamos escravos da cirurgia plástica, dietas e regimes para perder a barriga criada pela nossa imobilidade. Temos preguiça até de abrir um vidro de carro rodando a velha manivela, e compramos a "modernidade" do vidro elétrico. Somos todos viciados!

Andar, tornou-se uma "atividade física recomendada pelo médico". O que antes era um fato evolucionário, quando deixamos de andar sobre 4 patas e passamos a ter pés e mãos, andando eretos, "evoluiu" para o "homo sentadus", "homo televisivus" ou ainda, o "homo workalchoolicus", o que é viciado no trabalho. O trabalho antes era feito por prazer, hoje por necessidade. Muitos programam até começar a viver quando tiverem o bastante para se aposentar. Quando estiverem mais velhos, barrigudos, depressivos, totalmente dependentes de suas "drogas modernas" vão decidir participar de aventuras, viver intensamente a vida, conhecer gente do mundo todo. Pelo menos é no que acreditam!

Fazer atividades físicas é uma necessidade moderna. Antes, para fazer um simples café da manhã, o homem precisava levantar cedo, coletar os ovos no galinheiro, ordenhar a vaca para ter seu leite. A mulher acordava cedo, preparava o pão com a farinha, cozinhava bolos, moia e fazia o café. Tudo isto hoje nos parece coisa do passado, substituídos pelas "comodidades" modernas, tudo disponível em um supermercado, guardado em sua geladeira e armários. Pena que não conseguimos guardar nos armários também todos os movimentos do corpo que eram necessários para obtê-los. Ficamos mais indolentes, mais parados.

E aí, alguém lembrou que o coração existia, que ele precisava ser usado para não morrer. Surgiu a cultura da atividade física como mais um ítem do nosso dia a dia. Vc passa seu dia parado, sentado, atendendo seus trabalhos, e aí segue para a academia ou para a beira da praia e faz uma hora de movimentos. Pronto, estou malhado! Malhado na cabeça apenas.

Neste primeiro ano em que estou andando de bicicleta com os diversos grupos de ciclistas da cidade, a coisa que mais me chamou a atenção foram as barrigas de todos. Muitos pedalam todos os dias, muitos pedalam pesado, mas mesmo assim, a onipresente barriga está lá, até mesmo obscena, se considerarmos o grau de atividade aeróbica que representa pedalar rápido por 60-70km! Complete isto com a frase "COM MAIS DE 40 ANOS E SEM BARRIGA, O CARA É GAY!" e pronto. Assumimos que nos é impossível perder as gordurinhas extras, sem alterar nossas preferências sexuais, que convenhamos, nem pensar!

E infelizmente, tenho de concordar com eles. Não se pode passar 8 ou 9 horas sentado de segunda a sexta, e esperar que a pessoa não tenha uma bela barriga. Afinal ela está sendo bem cultivada, bem alimentada. Para que ela sumisse, primeiro teríamos de reorganizar nossa vida. Limitar em um tempo bem curto nossa estada sentados. Aumentar a quantidade de movimentos que nosso corpo precisa fazer todos os dias. Vivenciar este movimento a todo o momento. Mas isto, é impossível. Por isto, tudo que podemos fazer é procurar acrescentar movimento a vida.

Já a barriga, esta vai continuar nos seguindo, com todos os nossos vícios.

COMENTEM!!!

16 de julho de 2009

PAGAR OU NÃO PAGAR?..EIS A QUESTÃO!


Amigos...

Com certa frequência me deparo com os seguintes argumentos dos defensores do carro
(em geral, opositores do uso das bicicletas também):
"BICICLETA NÃO PAGAR IPVA, NÃO TEM DE USAR AS RUAS"
"BICICLETA ATRAPALHA O TRÂNSITO E NEM PAGA IMPOSTO"
"CICLISTA NÃO TEM DIREITOS NA RUA, SÓ ESTÁ ATRAPALHANDO"

Frases assim saem da boca de pessoas muito desinformadas. Vamos colocar as coisas em números em uma cidade já acostumada a lidar com ciclistas e seu impacto sobre a sociedade. Claro, COPENHAGEN! Para colocar a perspectiva correta sobre a SUA participação quanto ciclista.

USO E DESGASTE DAS VIAS
Um carro médio pesa em torno de 1300 kg, tem alto impacto ambiental - consome muita energia e materiais na fabricação, consome combustível fóssil e emite muitos gases do efeito estufa no seu uso - e paga uns R$ 500 de IPVA por ano. Uma bicicleta pesa uns 13kg, quase não tem impacto ambiental - não polui e usa poucos recursos materiais e energia na fabricação - e não paga nada. Deveria pagar? Não! Baseado no peso para o desgaste das vias e no impacto ambiental, o IPVA das bicicletas deveria ser uns R$ 10,00. Ora, Recife tem mais de 100.000 bicicletas. O custo para desenvolver um sistema para este cadastro, a cobrança do imposto e a fiscalização iriam custar muito mais! Não seria econômico para o Estado. E isto nem computa a energia, o pessoal, ou até o papel usado para que se estabelecesse tal cobrança. Inviável!

IMPACTO SOBRE A SAÚDE
Nem precisa falar sobre a qualidade do nosso atendimento de saúde. Dados de Copenhagen mostram que, pessoas físicamente ativas vivem, em média, 5 anos a mais que as sedentárias, e sofrem, em média, 4 anos a mais com doenças degenerativas. Pedalar tem o mesmo efeito sobre a saúde que outros exercícios. 4 horas de pedal por semana ou cerca de 10 km por dia, já é um exercício de qualidade comparável a uma academia.

Os habitantes de Copenhagen fazem hoje, cerca de 1,2 MILHÕES DE QUILOMETROS por ano na cidade. Se acontecer um aumento de 10% nesta quilometragem (mais 41 Milhões de quilômetros) teríamos uma economia de:
  • 21,7 Milhões de Reais/ano no sistema de saúde;
  • 57 Milhões de Reais de economia em horas de trabalho paradas com 57.000 dias de trabalho a mais
  • 61.000 anos na expectativa de vida total das pessoas;
  • 46.000 anos menos em doenças degenerativas.
Só isto já deveria estimular nossos governantes a estimular OSTENSIVAMENTE o uso da bicicleta como meio de transporte.

JÁ É TUDO PAGO...
Dados de Copenhagen em um ano. Cada quilômetro a mais em ciclovias em uma estrada significa trazer 18-20% a mais de ciclistas para as ruas. Isto significaria de 9-10% menos carros, 9-10% menos acidentes com vítimas, economizando R$ 90 Mil no setor de saúde, R$ 236 Mil em perdas na produção, fazendo com que a sociedade economize cerca de R$ 5,00 para cada R$ 1,00 aplicado na construção da ciclovia. E isto APENAS EM UMA CIDADE!

Resumo, quem pedala contribui de forma indireta com muito mais do que se tivesse de pagar um IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE BICICLETA!?!? Ou um IPVA distorcido, já que este é um imposto para AUTOMOTORES. Pesando a atual situação do planeta, o governo deveria era pagar para o usuário de bicicletas como transporte.


COMENTEM!!!

Dados do site: Copenhagenize.com
Valores convertidos pelo câmbio do Banco Central em 16/Jul/2009.

Foram feitas algumas adaptações ao texto para trazer a nossa realidade.

8 de maio de 2009

HEI, PORQUE VOCÊ NÃO TOMA UM GATORADE??!

Amigos...

De olho ainda na hidratação necessária para quem pedala em nosso clima tórrido, hoje resolvi dar uma olhada melhor nos "gatorades" em geral. Explico antes que nada aqui tem a ver com promoção da marca Gatorade. É simplesmente um daqueles tipos de bebida para rehidratar atletas e praticantes de atividades físicas que hoje são genericamente chamamos de "gatorade"... O título deste post é uma frase normal no meio!

Bem, na internet alguém antecipou-se a mim, o Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde - LabConsS da FF/UFRJ. Eles já compararam os alguns "gatorades" do mercado. Vale a leitura porque neste blog tem também uma avaliação de outros hidratadores como a água de côco e o Pedialyte (rehidratante infantil!).

Resumindo, só água NÃO ADIANTA. Ao pedalarmos no sol e/ou no calor, perdemos não só água mas também sais minerais. Dos hidratadores existentes, água de côco é o mais completo, mas não é totalmente completo AINDA! Em especial nas águas de côco engarrafadas, que podem sofrer alterações na composição com os tratamentos a que são submetidos. Sugiro a leitura dos comentários dos diversos posts do blog, por conterem informações adicionais sobre a qualidade destes produtos todos!

Resumo da ópera? Beba água de côco NATURAL quando puder durante a pedalada. Coma algo que tenha saís minerais naturais como frutas, e mantenha sua saúde em alta! Se isto não puder ser feito, apele para os "gatorades" em geral, e só em último caso, refrigerantes. Só um detalhe importantissimo: os rótulos destes "gatorades" dão a composição por um copo, e ninguém toma só um copo! Em geral, bebe a garrafa toda! E isto significa 10% dos carbohidratos e sódio do dia! Cuidado para não exagerar!

E você, gosta de tomar "gatorades"? O que vc acha deles em relação a água de côco? COMENTEM!

7 de maio de 2009

REFRIGERANTE... PRAZER DE BEBER UMA PRAGA!

Amigos...

Tentei, juro que tentei, montar um post com as mesmas características químicas dos refrigerantes para postar, assim como fiz com o CÔCO. E descobri que isto é IMPOSSÍVEL! Estes produtos são calorias totalmente vazias, compostas essencialmente de ÁGUA, GÁS CARBÔNICO, AÇUCAR ou ADOÇANTES ARTIFICIAIS, ESSÊNCIAS VARIADAS, e vários "ADITIVOS". Resumindo, NADA! Absolutamente NADA de útil!

Além disto, descobri que o consumo de apenas 2 refrigerantes por semana NÃO lights/diet, elevam o risco de contrair diabetes, câncer de esôfago, etc. Sem falar na famosa barriguinha, celulite, etc. E os light/diet, só prejudicam seu corpo, com um lote de substâncias que a INDÚSTRIA garante que NÃO TE FAZEM MAL (vc acredita mesmo neles?).

Quem tiver alguma dúvida sobre isto recomendo a leitura de Refrigerantes e a saúde - Refrigerante consumido em excesso engorda e pode ajudar na formação da famosa barriguinha", por Fernanda Leonel, e também Malefícios do Refrigerante para maiores detalhes sobre o refrigerantes e preparação física. O primeiro é bem esclarecedor. Um trabalho bem completo é O uso de refrigerantes e a saúde humana,, por Mauro Fisberg, com análises químicas e propriedades em geral. Valem a visita!

Eu decidi que vou deixar de consumir qq uma destas porcarias! Se quiser refrigerar, compro água gelada e jogo no pescoço e no rosto! Aliás, será que não existe outra forma mais saudável de transar um refrigerante natural ou suco com características refrigerantes que a gente possa fazer e levar para nossas pedaladas? Afinal, porque a gente é tão atraído por produtos tão vazios de características nutritivas? O que nos faz gastar dinheiro com tanta porcaria e depois mais dinheiro com médicos, tratamentos de saúde, plásticas, etc? COMENTEM!

6 de maio de 2009

BUCHO...VOCÊ AINDA VAI TER UM!



Amigos...

Eu tenho algumas dúvidas sobre alimentação e seus efeitos estéticos.

Uma das coisas mais interessantes observadas nos grupos de pedalada de Recife é que o povo pedala horas, faz trilhas monumentais e até cicloviagens, mas os grupos são cheios de barrigudos (e o pior, de malhinha colant!).

Em meus 29 anos frequentando academias, o que mais ouvi de diversos instrutores é que para perder a barriga, o ideal é uma boa atividade aeróbica. E boa aqui significa MUITA, FREQUENTE e BEM ORIENTADA. Mas depois de tantos anos convivendo com a minha, depois de ter feito todo tipo de atividade aeróbica (até fazer 7h de caminhada e fazer 780km andando 25-30km/dia na Espanha!) cheguei a recente teoria de que perder a barriga depois dos 40 é impossível. Ela fica dura, mas sumir, só na faca do cirurgião plástico. Acho que solta tudo. Despenca a musculatura, acumula aquela "capa de filé" e por ai vai! E só sai na faca!

Ou então passando fome!

Sim, alguns colegas já levantaram a lebre: comer pouco, direito e regradamente. Mas o que é pouco? E até quanto é pouco para cada um?Alguém sabe quantas CALORIAS/QUILO DE PESO eu tenho de ingerir para ficar saudávelmente sem barriga? Sempre notei que cortando carbohidratos radicalmente incluindo ai pães, massas, cereais, o peso se reduz, mas a barriga permanece. E as forças somem. Pedalar, andar, malhar, e até dar uns malhos, tudo fica muito difícil, com o cansaço se apresentando rapidamente. A concentração desaparece e só com muito esforço mental consigo fazer alguma coisa. Estaria eu comendo errado?

Afinal, o que nós ciclistas temos de fazer para reduzir de vez a barriga e conseguir pedalar bem, com disposição e sem morrer? E é claro, podendo ainda levar o resto da vida sem ficar desmaiando ou caindo pelas tabelas!!! COMENTEM!

DE OLHO NA BIKE



Click nas imagens e veja as fotos ampliadas no PICASA NA WEB!
Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010